Papa convida sacerdotes a participarem do Encontro Internacional de Sacerdotes em Roma, por ocasião da conclusão do Ano Sacerdotal

papa-comunhao“O Ano Sacerdotal seja uma ocasião a mais para os religiosos presbíteros, para intensificar o caminho de santificação e, para todos os consagrados e as consagradas, um estímulo para acompanhar e apoiar o seu ministério com fervorosa oração. Este ano de graça terá um momento culminante em Roma, no mês de junho próximo, no encontro internacional dos sacerdotes, ao qual convido todos os que exercem o Sagrado Ministério”.

 

PAPA BENTO XVI, 

Homilia na Celebração das Vésperas da Festa da

Apresentação do Senhor, 2 de fevereiro de 2010

  

  Ano SacerdotalCongresso internacional de sacerdotes

Roma, 9-11 de junho de 2010

  “FIDELIDADE DE CRISTO, FIDELIDADE DO SACERDOTE”

 

1. PROGRAMAÇÃO OFICIAL

 

09 de junho de 2010, quarta-feira

                                                           Basílica de São paulo fora dos muros

“ Conversão e Missão”

9h                              Invocação do Espírito Santo

Conferência do Em.mo Card. Joachim Meisner, Arcebispo de Köln

Adoração Eucarística, com possibilidade de confissões

Celebração da Santa Missa presidida pelo Em.mo Card. Cláudio Hummes, Prefeito da Congregação para o Clero

 

10 de junho de 2010, quinta-feira

                                                           Basílica de santa maria maior

“ O Cenáculo: invocação do Espírito Santo com Maria,  em comunhão fraterna”

 

9h                             Invocação do Espírito Santo

Conferência do Em.mo Card. Marc Ouellet, Arcebispo de Québec

Adoração Eucarística, com possibilidade de confissões

Celebração da Santa Missa presidida pelo Em.mo Card. Tarcisio Bertone, Secretário de Estado de Sua Santidade

                  

à noite                    Encontro na PRAÇA DE SÃO PEDRO

Vigília

Testemunhos e momentos musicais

Diálogo com S. S. Bento XVI

Adoração e bênção eucarística

    

11 de junho de 2010, sexta-feira – Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

                                                                                        Basílica de São Pedro

“Com Pedro, em comunhão eclesial”

de manhã             Celebração da Santa Missa presidida pelo S.S. Bento XVI

Para as celebrações eucarísticas é necessário trazer TÚNICA E ESTOLA BRANCA

 

O PRESENTE PROGRAMA PODERÁ  SOFRER  VARIAÇÕES E/OU INTEGRAÇÕES

2.     Ficha de Inscrição para o congresso 

 Para obter o Programa e a Ficha de Inscrição, clicar aqui http://www.annussacerdotalis.org/clerus/allegati/2212/PROGRAMACAO_FICHA%20DE%20INSCRICAO.doc

 

Dignidade e santidade no sacerdote

mons-mauro-piacenza“Deus Pai Todo-Poderoso, concede a estes vossos filhos a dignidade do presbiterato. Renova a efusão do vosso Espírito de santidade. Cumpram fielmente, ó Senhor, o ministério no segundo grau sacerdotal que de vós receberam e com o seu exemplo conduzam todos à íntegra conduta de vida”

 

Pontificale Romanum. De Ordinatione Episcopi, presbyterorum et diaconorum,

editio typica altera , Typis Polyglottis Vaticanis 1990

 

 

Cidade do Vaticano, 15 de janeiro de 2010.

 

 

Caríssimos irmãos no Sacerdócio

             A parte essencial da prece consecratória recorda-nos que o Sacerdócio é essencialmente um dom e, a partir da ótica do “dom sobrenatural”, contém uma dignidade que todos, fiéis leigos e clérigos, são sempre chamados a reconhecer. Trata-se de uma dignidade que não provém dos homens, mas que é puro dom da graça à qual foram chamados e que ninguém pode reivindicar como direito.

            A dignidade do presbiterato concedida pelo “Deus Pai Todo-Poderoso” deve transparecer na vida dos sacerdotes: na sua santidade, na humanidade acolhedora e cheia de humildade e caridade pastoral, na luminosidade da fidelidade ao Evangelho e à doutrina da Igreja, na sobriedade e solenidade da celebração dos Divinos Mistérios, no uso da veste eclesiástica! Tudo no sacerdote deve recordar a ele mesmo e ao mundo, que é destinatário de um dom não merecido e que, por sua vez, o faz ser presença eficaz do Absoluto no mundo, para a salvação dos homens.

            O Espírito de santidade, implorado para que se renove a sua efusão, é garantia para poder viver “em santidade” a vocação recebida e, contemporaneamente, condição da possibilidade de “cumprir fielmente o ministério”. A fidelidade é o encontro esplêndido entre a liberdade fiel de Deus e a liberdade criada e ferida do homem que, com a força do Espírito, torna-se sacramentalmente capaz de “conduzir todos à íntegra conduta de vida”: uma vida que seja realmente íntegra e que seja integralmente cristã.

            O Sacerdote, revestido pelo Espírito do Pai Onipotente, é chamado a “orientar” –  com o ensinamento e a celebração dos sacramentos e, sobretudo, com a própria vida – o caminho de santificação do povo a ele confiado, na certeza que este é o único fim para  o qual o próprio presbiterato existe: o Paraíso!

            O dom do Pai faz dos “filhos-Sacerdotes” homens prediletos; uma portio electa populi Dei, que é chamada a “ser eleita” e a resplandecer também pela santidade de vida e  pelo testemunho de fé.

            A memória do dom recebido e sempre renovado pelo Espírito e a proteção da Beata Virgem Maria, Serva do Senhor e Tabernáculo do Espírito Santo, ajudem a cada um dos sacerdotes a “cumprir fielmente” a própria missão no mundo, na espera do prêmio eterno reservado aos filhos eleitos, do qual são também herdeiros!

  

X Mauro Piacenza

Arcebispo tit. de Victoriana

Secretário

 Email recebido de [email protected] enviado pela Congregação para o Clero www.clerus.org 

CARTA AOS PRESBÍTEROS EM DEZEMBRO 2009 – D. Cláudio Hummes

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CARTA AOS PRESBÍTEROS EM DEZEMBRO 2009.

 

Caros Presbíteros,

            Na vida do Presbítero, a oração ocupa necessariamente um lugar central. Não é difícil de entender, porque a oração cultiva a intimidade do discípulo com seu Mestre, Jesus Cristo. Todos sabemos que, ao esvaecer-se a oração, debilita-se a fé e o ministério perde conteúdo e sentido. A consequência existencial para o Presbítero exprime-se em menor alegria e felicidade no ministério quotidiano. É como se o Presbítero, ao seguir os passos de Jesus, lado a lado com tantos outros, perdesse o passo no caminho, ficando sempre mais para trás e mais distante do Mestre, até perdê-Lo de vista no horizonte. A partir de então, caminha sem rumo e vacilante.

            São João Crisóstomo, numa homilia, ao comentar a Primeira Carta de Paulo a Timóteo, adverte sabiamente: “O diabo joga-se contra o pastor […]. Com efeito, se matar as ovelhas o rebanho diminui; ao invés, eliminando o pastor, destruirá o rebanho inteiro”. O comentário faz pensar em muitas situações hodiernas. Crisóstomo admoesta que a diminuição dos pastores faz e fará diminuir sempre mais o número dos fiéis e das comunidades. Sem pastores, nossas comunidades serão destruídas!

            Aqui, porém, desejo, antes de tudo, falar da necessária oração para que, como diria Crisóstomo, os pastores vençam o diabo e não pereçam. Em verdade, sem o alimento essencial da oração, o Presbítero adoece, o discípulo não encontra forças para seguir o Mestre, e assim morre por inanição. Em consequência, seu rebanho se dispersa e morre.

            Realmente, cada Presbítero é, por definição, portador de uma referência essencial à comunidade eclesial. Ele é um discípulo muito especial de Jesus, que o chamou e, pelo sacramento da Ordem, o configurou a Si como Cabeça e Pastor da Igreja. Cristo é o único Pastor, mas quis fazer participar a  Seu ministério os Doze e seus Sucessores, mediante os quais também os Presbíteros, ainda que em grau inferior, são feitos participantes deste sacramento, de tal forma que também eles participem, a seu modo próprio, do ministério de Cristo, Cabeça e Pastor. Isso comporta um laço essencial do Presbítero com a comunidade eclesial. Ele não pode omitir-se no que diz respeito a essa responsabilidade, dado que a comunidade sem pastor se desfaz. A exemplo de Moisés, deve permanecer de braços erguidos ao céu, em oração, para que o povo não pereça.

            Por esta razão, para continuar fiel a Cristo e à comunidade, o Presbítero precisa ser  homem de oração,  homem que vive na intimidade do Senhor. Necessita, além disso, ser confortado pela oração da Igreja e de cada cristão. As ovelhas devem rezar por seu pastor! Mas, quando este se dá conta que sua própria vida de oração enfraquece, é hora de dirigir-se ao Espírito Santo e implorá-Lo com ânimo de pobre. O Espírito reacenderá o fogo em seu coração. Reacenderá a paixão e o encanto para com o Senhor. Este está sempre ali e deseja fazer a ceia com quem Lhe abre a porta.

            É Ano Sacerdotal e, por isso, queremos orar, com perseverança e grande amor, pelos Presbíteros e com os Presbíteros. A propósito, a Congregação para o Clero, cada primeira Quinta Feira do mês, durante o Ano Sacerdotal, às 16 horas, celebra uma Hora eucarístico-mariana, na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, para os Sacerdotes e com os Sacerdotes. Conosco vem rezar muita gente, com alegria.

            Caríssimos Presbíteros, aproxima-se o Natal de Jesus Cristo. Faço a todos vós os melhores e mais fraternos votos de Bom Natal e Feliz Ano de 2010. O Menino Deus, no presépio, convida-nos a renovar para com Ele aquela intimidade de amigos e discípulos, a fim de reenviar-nos como Seus anunciadores!

 

Cardeal Dom Cláudio Hummes

Arcebispo Emérito de São Paulo

Prefeito da Congregação para o Clero

 

in: www.clerus.org

 

 

“Promessa” di “filiale rispetto ed obbedienza”

clerus

 

«Prometti a me e ai miei successori filiale rispetto ed obbedienza?»

 (Pontificale Romanum. De Ordinatione Episcopi, presbyterorum et diaconorum,

editio typica altera , Typis Polyglottis Vaticanis 1990)

 

Dal Vaticano, 18 novembre 2009

 

ordenacaoCarissimi Confratelli nel Sacerdozio,

pur non essendo vincolati da Solenne Voto di obbedienza, gli ordinandi pronunciano la “promessa” di “filiale rispetto ed obbedienza” nei confronti del proprio Ordinario e dei suoi Successori. Se è differente lo statuto teologico tra un Voto ed una promessa, identico è l’impegno morale totalizzante e definitivo, identica l’offerta della propria volontà alla volontà di un Altro: alla volontà Divina, ecclesialmente mediata.

In un tempo come il nostro, intriso di relativismo e di democraticismo, di vari autonomismi e libertarismi, alla mentalità corrente pare sempre più incomprensibile una tale promessa di obbedienza. Non di rado è concepita come una diminutio della dignità e della libertà umane, come un perseverare in forme obsolete, tipiche di una società incapace di autentica emancipazione.

Noi che viviamo l’obbedienza autentica, ben sappiamo che non è così. Mai l’obbedienza, nella Chiesa, è contraria alla dignità ed al rispetto della persona, mai deve essere concepita come una sottrazione di responsabilità o come una alienazione.

Il Rito utilizza un aggettivo fondamentale per la giusta comprensione di tale promessa; definisce l’obbedienza solo dopo aver inserito il “rispetto” e questo è aggettivato come “filiale”. Ora il termine: “figlio”, in ogni lingua, è un nome relativo, che implica, appunto, la relazione tra un padre ed un figlio. Proprio in questo contesto relazionale deve essere compresa l’obbedienza che abbiamo promesso. Un contesto nel quale il padre è chiamato ad essere padre davvero, ed il figlio a riconoscere la propria figliolanza e la bellezza della paternità che gli è donata. Come accade nella legge di natura, nessuno sceglie il proprio padre e, d’altro canto, nessuno sceglie i propri figli. Dunque siamo tutti chiamati, padri e figli, ad avere gli uni per gli altri uno sguardo soprannaturale, di grande misericordia reciproca e di grande rispetto, cioè capacità di guardare all’altro, tenendo sempre presente il Mistero buono, che lo ha generato e che sempre, ultimamente, lo costituisce. Il rispetto è, in definitiva, semplicemente questo: guardare qualcuno, tenendo presente un Altro!

Solo in un contesto di “filiale rispetto” è possibile un’autentica obbedienza, che non sia appena formale, mera esecuzione di ordini, ma sia appassionata, intera, attenta, che possa davvero portare frutti di conversione e di “vita nuova” in chi la vive.

La promessa è all’Ordinario del tempo dell’Ordinazione e ai suoi “Successori”, perché la Chiesa rifugge sempre dagli eccessivi personalismi: ha al centro la persona, ma non i soggettivismi che slegano dalla forza e dalla bellezza, storica e teologica, dell’Istituzione. Anche nell’Istituzione, che è di origine divina, dimora lo Spirito. L’istituzione è, per sua natura, carismatica e dunque essere liberamente legati ad essa, nel tempo (Successori) significa poter “rimanere nella verità”, permanere in Lui, presente ed operante nel suo vivo corpo che è la Chiesa, nella bellezza della continuità del tempo, dei secoli, che ci lega inscindibilmente a Cristo ed agli Apostoli.

Domandiamo all’Ancella del Signore, l’obbediente per eccellenza, a Colei che, anche nella fatica, ha cantato il suo: “Eccomi, avvenga di me secondo la tua parola”, la grazia di un’obbedienza filiale, piena, lieta e pronta; un’obbedienza che ci liberi da ogni protagonismo e possa mostrare al mondo che è davvero possibile donare tutto a Cristo ed essere pienamente realizzati ed autenticamente uomini.

 

 

 

X Mauro Piacenza

Arciv. tit. di Vittoriana

Segretario

O sacerdote segundo o Santo Cura d’Ars

cure_arsO sacerdote

 A ordem: é um sacramento que não parece dizer nada a nenhum de vocês, mas diz respeito a todos.

 É o sacerdote quem continua a obra da Ressurreição na terra.

 Quando vocês vêem o sacerdote, pensem em Nosso Senhor Jesus Cristo.

 O sacerdote não é sacerdote para si mesmo, mas por vocês.

Tentem se confessar com a Santa Virgem ou com um anjo. Eles os absolverão? Darão o corpo e o sangue de Nosso Senhor a vocês? Não, a Santa Virgem não pode trazer seu divino Filho na hóstia. Ainda que vocês tivessem duzentos anjos a sua disposição, eles não poderiam absolvê-los. Um sacerdote, por mais simples que seja, pode fazer isso. Ele pode lhes dizer: vão em paz, eu os perdôo.

Oh, o sacerdote é algo realmente grande!

Um bom pastor, um pastor de acordo com o coração de Deus, é o maior tesouro que o bom Deus pode conceder a uma paróquia, e um dos dons mais preciosos da misericórdia divina.

O Sacerdócio é o amor do coração de Jesus.

Deixem uma paróquia vinte anos sem sacerdote: ali os animais serão adorados.

Extraído de: http://arsnet.org 

Também em http://www.annussacerdotalis.org

Estar estrictamente unidos a Cristo, Sumo Sacerdote

Dom Mauro Piacenza - Secretário da Congregação para o Clero

Dom Mauro Piacenza

      Vaticano a 15 de octubre de 2009

 

Queridos hermanos en el Sacerdocio:

             La única razón de nuestra vida y de nuestro ministerio es Jesús de Nazaret, Señor y Cristo. La existencia de los Sacerdotes tiene en Él y sólo en Él el propio origen y el propio fin y, en el tiempo, el total y entero desarrollo. El contacto íntimo y personal con Jesús Resucitado, vivo y presente, es realmente la única experiencia, que pude empujar a un hombre a darse totalmente a Dios por medio de los hermanos.

             Sabemos muy bien, queridísimos, en qué manera el Señor nos ha seducido, cómo su presencia haya sido en nosotros un hecho irresistible, como afirma el profeta: “Me has seducido, Señor, y me he dejado seducir, has hecho fuerza y has vencido! (Ger. 20,7). Esta seducción, como cualquier cosa preciosa, es necesaria que sea defendida, custodiada, protegida y alimentada con el fin de que no se pierda o, todavía peor, que no llegue a ser un frívolo recuerdo, insuficiente para resistir el golpe – tantas veces agresivo – de la realidad del mundo. La intimidad divina, origen de todo apostolado, es el secreto para guardar permanentemente la maravillosa presencia del Señor.

             Ante cualquier motivación, aunque buena, somos Sacerdotes para “estar estrictamente unidos a Cristo, Sumo Sacerdote”, unidos a Aquel que es nuestra única salvación, el Amado de nuestro corazón, la Roca sobre la cual construimos cada momento de nuestro ministerio, Aquel que es más íntimo que nosotros mismos y al que más deseamos. Cristo, Sumo Sacerdote, nos atrae hacia sus adentros. Esta unión con Él, que es el Sacramento del Orden, lleva en sí la participación a su ofrecimiento: “Unirse a Cristo supone la renuncia. Hace que no queramos imponer nuestro camino y nuestra voluntad; que no queramos llegar a ser esto u lo otro, sino que nos abandonamos a El, dónde y en el modo en el que El quiera servirse de nosotros” (Benedicto XVI, Homilía en la Santa Misa Crismal, 9.IV.2009). La expresión “estar unidos” nos recuerda que todo esto no es obra nuestra, fruto de nuestro esfuerzo voluntario, sino obra de la Gracia en nosotros: Es el Espíritu Santo que nos configura ontológicamente a Cristo Sacerdote y nos da  la fuerza a fin de perseverar hasta el fin en esa participación a la vida y por eso es obra divina. La “víctima pura”, que es Cristo Señor, llama a cada uno al insustituible valor del celibato, que implica la perfecta continencia por el Reino de los cielos y aquella pureza, que hace que sea “agradable a Dios” nuestra entrega a favor de los hombres.

             La intimidad con Jesucristo y la protección de la Beata Virgen María – “toda bella” y “toda pura” – nos sostengan en nuestro diario camino de participación a aquella Obra de Otro, en que consiste el ministerio sacerdotal, sabiendo que tal participación es portadora de salvación sobre todo para nosotros que la vivimos: Cristo es, en tal sentido, nuestra vida.

 X Mauro Piacenza

Arzobispo titular de Vittoriana

Secretario

 

Reflexiones del Arzobispo Secretario

Recibido de: <[email protected]>

www.clerus.org

“Si hubiera más confesores”….

Tuvimos oportunidad de leer – de la agencia Zenit, el 1º de octubre – la experiencia del sacerdote Pedro Fernández. Su experiencia. Bueno, podrá decir alguno, en el año sacerdotal, si cada uno va a poner sus experiencias, no tendríamos tiempo para cumplir nuestras obligaciones presbiterales.
Pero ésta sí que impresiona. Es su experiencia como confesor en la Basílica Papal Santa María Mayor.  A tiempo completo. Horarios fijos –¡qué maravilla de tener confesores sentados a las espera de los penitentes!- y, es claro, el tiempo para almorzar.
La aguda articulista, Carmen Elena Villa, destaca incisivamente que la oficina de este dedicado sacerdote no es con un ordenador, sino que es un confesionario.
En una parte de la entrevista comenta este confesor a tiempo completo que esto me permite estar en contacto directo con las personas y las almas.
El celo por las almas es lo que lo mueve, “veo mucha soledad” dice. Y por eso gasta su valioso tiempo en darse, en escuchar problemas (qué importante aspecto que en los días de hoy que cada vez más ocupa espacio dentro de las confesiones), en ayudar.
En catequizar, evangelizar, cuánta cosa entra en este dedicado servicio para la salvación de las almas.
Bien continúa diciendo: “si hubiera más confesores…abría más confesiones”. Simple pero profunda afirmación. Buscar al sacerdote cuesta más que si, lo ve sentado a la espera, es más fácil, se sienten los penitentes más atraídos. Es Jesús Nuestro Señor que los está esperando para perdonarlos.
Y termina destacando la belleza de la confesión, es para recibir el perdón, “Es el sacramento de la paz con uno mismo”.
Y para nosotros, sacerdotes la frase final: “Confesándose es como uno aprende a confesar. Difícilmente uno puede ser un confesor si no se confiesa bien”.
Muy bien por el reportaje. Mi alegría por el buen ejemplo del Padre Pedro Fernández y por haber Carmen Elena Villa hecho esta original entrevista.

SIGUE LA NOTICIA…
Confesores a tiempo completo en las basílicas mayores de Roma
El padre Pedro Fernández habla de su experiencia como confesor en Santa María Mayor.

ROMA, jueves 1 de octubre de 2009 (ZENIT.org) Tienen un horario fijo, día de descanso y un par de horas libres para almorzar. Su oficina no es un escritorio con un ordenador. Es un confesionario.
Las basílicas mayores de Roma y algunas otras iglesias como la de Jesús, donde yace la tumba de San Ignacio de Loyola, ofrecen diariamente el servicio de confesión en diversos idiomas, durante todo el día.
Una luz roja indica que están disponibles para administrar este sacramento a quien lo busque. Tienen allí letreros de los idiomas en que pueden ser confesados: inglés, francés, español, italiano, portugués, polaco, alemán son los más comunes. También hay avisos que indican los horarios disponibles.
Algunos fieles se acercan con un poco de duda o temor y al final se lanzan. Otros van periódicamente. Especialmente quienes viven en Roma.
En las cuatro basílicas mayores siempre ha existido este servicio, organizado por el Papa San Pío V (1566 – 1572). Depende directamente de la Penitenciaría apostólica, organismo vaticano encargado de las concesiones de indulgencias, que asigna a diferentes ordenes religiosas la confesión en diferentes basílicas.
En la basílica de San Pedro están los franciscanos conventuales, en San Juan de Letrán, los franciscanos menores; en Santa María la Mayor, los frailes dominicos y en San Pablo Extramuros , los monjes benedictinos.
ZENIT habló con el sacerdote dominico Pedro Fernández, confesor en Santa María la Mayor. Para él, esta labor significa “ejercitar el sacerdocio que la Iglesia me ha confiado en nombre de Cristo. Me permite estar en contacto directo con las personas y las almas”.
Señala que su misión muchas veces va más allá de absolver: “Veo mucha soledad. Hay penitentes que vienen deseando desahogarse, ser escuchados. El confesor debe aprovechar esta ocasión para ayudarlos, en primer lugar a darse cuenta de los pecados para poder arrepentirse, porque nadie se arrepiente de lo que no conoce”.
Incluso, el diálogo con el penitente, puede ser también una oportunidad para evangelizar: “se experimenta bastante ignorancia religiosa. Conviene que el confesor haga en ese momento una catequesis adecuada”.
El padre Fernández admite que para administrar este sacramento como debería ser, la Iglesia necesita muchas manos: “Si hubiera más confesores, habría más confesiones. Siempre cuesta ir a pedir a un sacerdote que me confiese pero si lo veo sentado es más fácil”.
A quien perdonéis los pecados, serán perdonados
El presbítero enfatizó la importancia de que los fieles vean este sacramento como un regalo y no como un castigo: “Tenemos que acercarnos a la confesión para acoger este perdón. Ahí está la belleza de la confesión. Es el sacramento de la paz con uno mismo”.
Y como en todo trabajo, hay días más atareados que otros, en los que más fieles acuden y las filas se hacen más largas: “en Adviento, Cuaresma, los primeros viernes del mes hay muchos más. Es una experiencia estupenda ver una persona arrepentida”.
Pero, ¿Por qué contarle mis pecados a un sacerdote?, ¿por qué no confesarme con Dios directamente? Son preguntas que miles de católicos se hacen. El padre Fernández explica:
“A Dios nadie le ha visto. La relación con Él es mediacional. En nuestra fe, esa mediación es por medio de los sacramentos, la fe y la experiencia mística”.
“Para confesarte tienes que tener fe, creer en Dios, en tus pecados y arrepentirte . No es un camino impuesto por la Iglesia. Es un camino que nos indica la fe.”.
Y señala el verdadero sentido de la confesión: “No se trata de un consultorio psicológico y que te den una razón humana de tus problemas. Sobre todo es el perdón”.
Un sacramento al cual Benedicto XVI ha hecho gran énfasis en este año sacerdotal: “El hecho de que el Papa recomiende a los sacerdotes que nos sentemos a confesar, quiere decir que tenemos que se conscientes de nuestra identidad y santificación”, dice el padre Fernández.
Y concluyó su diálogo con ZENIT asegurando que nadie da lo que no tiene: “Confesándose es como uno aprende a confesar. Difícilmente uno puede ser un confesor si no se confiesa bien”.
[Por Carmen Elena Villa]

Consumir toda a própria existência no anúncio de Jesus Cristo

Como faz mensalmente, Dom Mário Piaceza (Secretário da Congregação para o Clero) apresenta profundas reflexões sobre o sentido do sacerdócio, e neste mês elas se centram no compromisso, que deve ser realizado de maneira digna e sábia.

Vaticano, 12 de setembro de 2009

Caríssimos irmãos no Sacerdócio,

A «Nova evangelização» exige de cada um de nós, a um compromisso sempre renovado de apostolado e anúncio. O mandato do Senhor aos Apóstolos é, neste sentido, explícito e inequivocável: «Ide ao mundo inteiro e proclamai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado, será salvo» (Mc. 16,15-16a). O compromisso assumido durante a ordenação sacerdotal é exatamente aquele de “realizar o ministério da palavra”, ou seja, consumir toda a própria existência no anúncio de Jesus Cristo, Verbo incarnado, morto e ressuscitado, resposta única e autêntica às exigências do coração humano.

A solicitude no “serviço da palavra” não pode ser simplesmente de alguns sacerdotes, particularmente sensíveis a tal dimensão, mas é a característica própria e irrenunciável do ministério presbiteral, constituindo a parte essencial do munus docendi, que foi recebido através do sacramento da Ordem, pela ação do Espírito Santo.

O rito prevê o compromisso de realizar este serviço de maneira “digna” e “sábia”. A dignidade reenvia imediatamente ao objeto do anúncio: Jesus Cristo Salvador. Nenhum presbítero anuncia a si mesmo ou as próprias idéias, nem mesmo interpretações personalistas ou subjetivas do único e eterno Evangelho. Somos chamados a reconhecer a suprema “dignidade” Daquele que nos tornamos portadores e, por conseguinte, somos chamados a realizar tal serviço de forma “digna”. Tal consciência traduz-se no compromisso de um aprofundamento constante das Sagradas Escrituras, «Palavra de Deus enquanto (…) colocada por escrito sob a inspiração do Espírito Santo» (Dei Verbum, 9). Certamente, este aprofundamento é exegético-teológico, mas principalmente, espiritual. O verdadeiro conhecimento das Escrituras é aquele do coração, que nasce da quotidiana intimidade com as mesmas, da Lectio divina, feita no álveo da Tradição dos Padres, da meditação profunda que, gradualmente, mas eficazmente, conforma a alma ao Evangelho, transformando cada sacerdote em um “evangelho vivente”. Nós bem sabemos que “o Evangelho não é só palavra, mas o próprio Cristo é o Evangelho” (Bento XVI, Homilia, 12/09/09) e a Ele somos chamados a conformar-nos, também através do exercício do ministério do anúncio.

Juntamente com a dignidade de tal serviço, a Sacra Liturgia indica a “sabedoria” como característica. Tal característica, pressupõe a prudência e a capacidade de olhar a realidade segundo a totalidade dos seus fatores, sem absolutizar o ponto de vista humano, mas sempre em referência ao Único e Absoluto que é Deus. Uma pregação sábia leva em consideração, antes de tudo, as reais exigências daqueles aos quais se dirige, nunca impondo interpretações arbitrárias e insuficientes, mas sempre favorecendo a única coisa que realmente é necessária: o real encontro dos irmãos que a nós foram confiados com Deus. A sabedoria é capaz de distinguir circunstâncias, tempos e modos, é humilde e não coloca o pregador acima Daquele que deve anunciar e, muito menos acima da Igreja, que há mais de dois mil anos conserva o Evangelho.

Enfim, realizar de maneira sábia o “ministério da palavra” significa estar sempre claramente conscientes da obra de Deus em todo anúncio: é Ele que prepara os corações, é Ele que vai ao encontro dos homens, é Ele que faz desabrochar as flores de conversão e amadurecer os frutos da caridade. O Único “relativismo” que se admite é aquele que diz respeito a nós mesmos: devemos ser, como pregadores, totalmente “relativos a Deus”!

Dessa forma, descobriremos a eficácia e a beleza do ministério que nos foi confiado. Através do anúncio da Palavra, nos conscientizaremos daquela companhia íntima do Senhor, que ama quem dá com alegria e nunca abandona o seu servo, e contemplaremos, cheios de comoção, os frutos que Ele permitir e sentiremos a Sua companhia também nos momentos de Cruz.

Mauro Piacenza
Arcebispo Titular de Vittoriana
Secretário

Carta de Dom Claudio Hummes aos presbíteros

Jesus disse: “Eu não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo” (Jo 12,47).

Caros Presbíteros,

A atual cultura ocidental dominante, sempre mais difundida em todo o mundo, através da mídia global e da mobilidade humana, também nos países de outras culturas, apresenta novos desafios, não pouco empenhativos, para a evangelização. Trata-se de uma cultura marcada profundamente por um relativismo que recusa toda afirmação de uma verdade absoluta e transcendente e, em consequência, arruina também os fundamentos da moral e se fecha à religião. Dessa forma, perde-se a paixão pela verdade, relegada a uma “paixão inútil”. Jesus Cristo, no entanto, apresenta-se como a Verdade, o Logos universal, a Razão que ilumina e explica tudo o que existe. O relativismo, ademais, vem acompanhado de um subjetivismo individualista, que põe no centro de tudo o próprio ego. Por fim, chega-se ao niilismo, segundo o qual não há nada nem ninguém pelo qual vale a pena investir a própria inteira vida e, portanto, a vida humana carece de um verdadeiro sentido. Todavia, é preciso reconhecer que a atual cultura dominante, pós-moderna, traz consigo um grande e verdadeiro progresso científico e tecnológico, que fascina o ser humano, principalmente os jovens. O uso deste progresso, infelizmente, não tem sempre como escopo principal o bem do homem e de todos os homens. Falta-lhe um humanismo integral, capaz de dar-lhe seu verdadeiro sentido e finalidade. Poderíamos referir-nos ainda a outros aspectos dessa cultura: consumismo, libertinagem, cultura do espetáculo e do corpo. Não se pode, porém, não frisar que tudo isso produz um laicismo, que não quer a religião, faz de tudo para enfraquecê-la ou, ao menos, relegá-la à vida particular das pessoas.

Essa cultura produz uma descristianização, por demais visível, na maioria dos países cristãos, especialmente no Ocidente. O número das vocações sacerdotais caiu. Diminuiu também o número dos presbíteros, seja pela falta de vocações seja pelo influxo do ambiente cultural em que vivem. Tais circunstâncias poderiam conduzir-nos à tentação de um pessimismo desencorajante, que condena o mundo atual, e induzir-nos à retirada para a defensiva, nas trincheiras da resistência.

Jesus Cristo, ao invés, afirma: “Eu não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo” (Jo 12,47). Não podemos nem desencorajar-nos nem ter medo da sociedade atual nem simplesmente condená-la. É preciso salvá-la! Cada cultura humana, também a atual, pode ser evangelizada. Em cada cultura há “sementes do Verbo”, como aberturas para o Evangelho. Certamente, também na nossa atual cultura. Sem dúvida, também os assim chamados “pós-cristãos” poderiam ser tocados e reabrir-se, caso fossem levados a um verdadeiro encontro pessoal e comunitário com a pessoa de Jesus Cristo vivo. Em tal encontro, cada pessoa humana de boa vontade pode, por Ele, ser alcançada. Ele ama a todos e bate à porta de todos, porque quer salvar a todos, sem exceção. Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida, para todos. É o único mediador entre Deus e os homens.

Caríssimos Presbíteros, nós, pastores, nos tempos de hoje, somos chamados com urgência à missão, seja “ad gentes”, seja nas regiões dos países cristãos, onde tantos batizados afastaram-se da partecipação em nossas comunidades ou, até mesmo, perderam a fé. Não podemos ter medo nem permanecer quietos em casa. O Senhor disse a seus discípulos: “Por que tendes medo, homens fracos na fé?” (Mt 8, 26). “Não se acende uma lâmpada e se coloca debaixo do alqueire, mas no candieiro, para que ilumine a todos os que estão na casa” (5,15). “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). “Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28,20).

Não lançaremos a semente da Palavra de Deus apenas da janela de nossa casa paroquial, mas sairemos ao campo aberto da nossa sociedade, a começar pelos pobres, para chegar também a todas as camadas e instituições sociais. Iremos visitar as famílias, todas as pessoas, principalmente os batizados que se afastaram. Nosso povo quer sentir a proximidade da sua Igreja. Faremo-lo, indo à nossa sociedade com alegria e entusiasmo, certos da presença do Senhor conosco na missão e certos de que Ele baterá à porta dos corações aos quais O anunciarmos.

Cardeal Cláudio Hummes

Arcebispo Emérito de São Paulo

Prefeito da Congregação para o Clero

Homilia de Dom Mauro Piacenza por ocasião do início do Ano Sacerdotal

Caríssimos Sacerdotes!

No dia 19 de junho próximo, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, poderemos viver um intenso momento de fé, estreitamente unidos ao Santo Padre e entre nós, quando da celebração das Vésperas na Basílica de São Pedro, no Vaticano, iniciando assim o Ano Sacerdotal.

Diariamente somos chamados à conversão. Mas, neste Ano, o somos de um modo todo particular, juntamente com todos que receberam o dom da ordenação sacerdotal. Para que conversão? Converter-se para ser sempre mais autenticamente aquilo que somos. Conversão à nossa identidade eclesial para que o ministério seja totalmente consequente a tal identidade, a fim de que uma renovada e gozosa consciência do nosso “ser” determine o nosso “agir”, ou melhor, ofereçamos espaço a Cristo Bom Pastor, a fim de que viva em nós e atue através de nós.

A nossa espiritualidade não pode ser outra que o reflexo da espiritualidade de Cristo, único e Sumo Sacerdote do Novo Testamento.

Neste Ano, providencialmente anunciado pelo Sumo Pontífice, procuraremos, todos juntos, tomar como ponto de referência, a identidade de Cristo Filho de Deus, em comunhão com o Pai e o Espírito Santo, que se fez homem no seio virginal de Maria, e à sua missão de revelar o Pai e o seu admirável desígnio de salvação. Essa missão de Cristo também importa a fundação da Igreja: eis o Bom Pastor (cf. Jo. 19, 1-21), que doa a vida para a Igreja (cf. Ef. 5, 25).

Uma conversão diária, a fim de que o estilo de vida de Cristo seja sempre mais o estilo de vida de cada um de nós.

Devemos “ser” para os homens, devemos nos esforçar para viver em comunhão de um santo e divino amor com todas as pessoas, um amor que doa a vida (eis aqui também inscrita a riqueza do sagrado celibato), que leva à solidariedade autêntica com aqueles que sofrem e com os pobres de todos os gêneros de pobreza.

Devemos ser operários para a co-edificação da única Igreja de Cristo in terris. Por isso, devemos viver com grande motivação e fidelidade a comunhão de amor com o Papa, com os bispos, com os nossos irmãos e com todos os fiéis. Devemos viver a comunhão através do ininterrupto caminho da Igreja nas entranhas de seu mistério em ser Corpo Místico de Cristo.

Temos que avançar durante todo este Ano “dilatato corde”, na correspondência à nossa vocação, para, de verdade, cada um possa melhor dizer: “não sou mais eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gal. 2, 20).

A santidade dos sacerdotes repercute em benefício de todo o Corpo eclesial: os fiéis ordenados, como também os seminaristas, religiosos, religiosas e todos os fiéis leigos, todos juntos poderemos encontrar-nos na Basílica Vaticana para a celebração das Vésperas, presidida pelo Santo Padre, depois da acolhida da relíquia do coração daquele luminoso modelo que é São João Maria Vianney.

Aqueles que não estarão em Roma, poderão fazê-lo igualmente, nos próprios territórios, em união espiritual.

– Ingresso na Basílica a partir das 16h.

Acolhida da Relíquia às 17h30, seguida da celebração das Vésperas.

Os ingressos deverão ser solicitados através do fax número 06.69885863, junto à Prefeitura da Casa Pontifícia, e poderão ser retirados no dia anterior, no “Portone di Bronzo”, ao lado da Basílica.

– Os Sacerdotes deverão vestir a veste própria e os Religiosos, aquela do Instituto de pertença.

– O Ano Sacerdotal terminará com um Congresso Internacional em Roma, que se realizará de 09 a 11 de junho de 2010.

De tal evento, dar-se-á ampla e particularizada informação, até o final do corrente mês de junho.

Aqueles que desejarem participar, para todas as questões de ordem prática, poderão dirigir-se à “Opera Romana Pellegrinaggi”: Via della Pigna, 13/a, 00186 Roma. Tel. n. (0039) 06.69.89.61.

Vaticano, 01 de junho de 2009

Dom Mauro Piacenza

Arcebispo tit. de Victoriana

Secretário